Atualmente, quase 20% de todas as pesquisas são executadas por pesquisa por voz. Se as previsões de empresas gigantes de pesquisa forem consideradas precisas, então a pesquisa por voz dominará quase metade das pesquisas até o ano que vem. Graças aos avanços em Machine Learning e Inteligência Artificial, há uma melhoria significativa na pesquisa por voz do Google. Em 2017, o Google Assistant com tecnologia de IA melhorou seu reconhecimento de fala e agora tem uma compreensão da língua inglesa para 95% com uma porcentagem de erro de palavras tão baixa quanto 4,9%.
O único propósito de enfatizar as buscas semânticas era melhorar a experiência do usuário gerando resultados mais relevantes. Com a implementação dos algoritmos de busca robustos do Google e do processamento de linguagem natural (NLP), o Google Now é mais preciso em comparação com os assistentes virtuais Cortana da Microsoft, Siri da Apple ou Alexa (Amazon Echo) da Amazon. Estudos sugerem que o primeiro resultado de pesquisa no SERP do Google obtém até 35% dos cliques.
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Para pesquisa por voz em dispositivos móveis, apenas os três primeiros resultados são exibidos, e para alto-falantes inteligentes, é apenas um. Com o nível feroz de competição surgindo, não seria surpreendente se as pesquisas por voz mostrassem um único resultado de pesquisa para qualquer consulta no futuro.
A Otimização de Mecanismos de Voz é focada em otimizar sua marca para ser o único resultado na pesquisa por voz. Já passou da hora de as marcas criarem uma estratégia robusta de otimização de mecanismos de voz (VEO) para ficar à frente da concorrência.