Muitos hospitais datam do século passado e são cronicamente subfinanciados. Eles podem competir com clínicas de alta tecnologia?

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Muitas clínicas estão décadas atrasadas quando se trata de equipamentos. Os conceitos de construção hoje também são completamente diferentes, mais um oásis de bem-estar do que uma instalação de cuidados médicos. Muitos novos hospitais estão atualmente a ser construídos, mas serão necessários anos para renovar a infraestrutura médica. Além disso, os preços da tecnologia médica não são transparentes. Tudo é totalmente caro.

Um aparelho de ressonância magnética que custa um milhão de euros provavelmente custaria 100 mil euros se o mercado funcionasse. O que teria que acontecer? Os hospitais poderiam formar grupos de compras e garantir mais transparência de preços. Além disso, muitos processos teriam que se tornar mais enxutos e eficientes. A medicina moderna é cara e as taxas de prémios continuarão a aumentar no futuro.
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Mas simplesmente injetar mais dinheiro no sistema não é a solução. Também temos de contrariar esta situação com poupanças noutros locais. Onde, por exemplo? Um aplicativo que orienta você no sistema de cuidados com a saúde pode economizar muita burocracia e tornar desnecessárias muitas visitas ao médico – ao mesmo tempo em que cria mais transparência e segurança para os pacientes.

Os aplicativos também podem medir a pressão arterial ou coordenar exercícios físicos. Os medicamentos ou a fisioterapia custam comparativamente muito caro, e os custos marginais dos aplicativos médicos são bastante administráveis.